Heads estreia em institucional para O Boticário

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Heads estreia em institucional para O Boticário

Primeira ação nacional da agência traz história inspirada em fatos reais e carregada de emoção, assim como um novo posicionamento da marca

Roseani Rocha
1 de abril de 2019 - 16h10

Protagonista do comercial: aluno do curso de maquiagem aos 80 anos (Crédito: Reprodução)

Oito meses após promover a ampliação do pool de agências que atendem a marca, que colocou a Heads como a responsável por sua comunicação institucional, O Boticário exibe sua primeira campanha com esse perfil. O filme, que começou a ser veiculado em TV aberta no intervalo do Fantástico deste domingo (assista abaixo), tem forte carga emotiva e inaugura também o novo posicionamento da marca: “O Boticário. Onde tem amor, tem beleza”.

Inspirado em uma história real, nele, um senhor conta que no alto de seus 80 anos decidiu fazer um curso de maquiagem. Comenta sobre suas dificuldades, uma vez que os colegas de curso — todos mais jovens — tinham mais talento e vocação. Ele, no entanto, tinha “o motivo mais importante do mundo”, seu amor. E explica que havia prometido à esposa, quando ela havia começado a perder a visão, que jamais a deixaria perder a vaidade. Assim, é ele quem, desde 2017, continua maquiando a esposa, uma vez que ela já não conseguia mais fazer isso sozinha.

O comercial também está sendo exibido em canais da TV paga e em meios digitais.

Filme reflete novos posicionamento da marca: “Onde tem amor, tem beleza” (Crédito: Reprodução)

Anteriormente, a Heads era parceira regional de O Boticário e a AlmapBBDO, a agência institucional, que era acompanhada no atendimento ao anunciante somente pela Leo Burnett Tailor Made e W3Haus. A esse trio, após um processo de concorrência, juntaram-se ao time, além da própria Heads, a F/Nazca S&S, CuboCC e E/OU.

Rynaldo Gondim, CCO da Heads, comenta a estreia da agência cuidando do institucional da marca:

Meio & Mensagem – A Heads já era responsável por comunicações regionais d’O Boticário e agora estreia sua primeira campanha nacional institucional. Como foi o processo e quais as expectativas da agência e do cliente com esta ação?
Rynaldo Gondim – Por ter trabalho muito tempo para O Boticário, quando era da Almap, alimentava uma pequena e secreta esperança de voltar a trabalhar para a marca aqui na Heads. Só não imaginava que seria tão rápido. E nem que seria tão difícil. Rápido, porque logo no meu segundo mês de agência recebemos o convite para participar de uma concorrência. Difícil, porque a concorrência envolvia algumas das melhores agências do país e o processo foi bem longo. E tanto eu quanto o Claudio Loureiro tínhamos um envolvimento emocional com a marca O Boticário. Não se tratava apenas de ganhar ou perder uma conta. Mas, no fim, deu tudo muito certo. Ganhamos exatamente o que mais sonhávamos ganhar: a conta institucional de uma das marcas mais amadas do país.

M&M – Além do filme em TV aberta, quais os desdobramentos da campanha e por quanto tempo ela fica no ar?
Gondim – Essa primeira fase da campanha fica no ar até o fim do mês. Em TV aberta, Pay TV, OOH e no digital. Por enquanto, só posso dizer que grandes surpresas vêm por aí. Embora ame o comercial que estreou ontem no Fantástico, as peças tradicionais de propaganda não serão as mais relevantes desta campanha.

M&M – Ano passado, a marca ampliou o número de agências com as quais trabalha e vocês acabaram ocupando um papel antes a cargo da AlmapBBDO. Qual o percentual de orgulho e de pressão com isso?
Gondim – Eu tive muita sorte em minha carreira. Trabalhei para alguns dos melhores e maiores anunciantes do país, como Nike e Volkswagen, por exemplo. Mas existem três marcas que são muito especiais para mim, porque eu sei que criei mais que uma ou outra boa campanha isolada. São marcas com as quais eu sinto ter contribuído, pelo menos um pouco, em sua história: O Boticário, Havaianas e Oi. Por isso, nem consigo descrever a alegria que significa para mim estar trabalhando para O Boticário novamente, de mãos dadas com profissionais que eu admiro e respeito, como o Alexandre Bouza e a Cris Irigon. Eu respeito a Almap. Mais do que isso: eu gosto muito da Almap. Trabalhei lá por 10 anos. Respeito os profissionais da agência e Luís Sanches e Filipe Bartolomeu são meus amigos. Mas competir com a Almap, ou com a F/Nazca, sinceramente não me gera nenhuma pressão adicional. Sempre falo para a minha equipe: não olhe para o lado. Não perca tempo medindo o trabalho do seu colega ou dos seus concorrentes lá fora. No dia em que alguém cobrar você mais do que você mesmo se cobra é porque alguma coisa está errada. Em breve, estaremos falando também dos nossos novos trabalhos para o Banco Original e para Amil, clientes que também foram conquistados no último ano nesta nova fase da agência.

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