WTorre e AEG discutem término da relação

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WTorre e AEG discutem término da relação

Construtora do Allianz Parque confirma distrato, enquanto empresa norte-americana ainda cobra parcelas de serviços em atraso


16 de fevereiro de 2016 - 4h27

O casamento entre WTorre e AEG está perto do fim. A empresa norte-americana, que era responsável pela gestão e comercialização do Allianz Parque, não está mais entre os parceiros o estádio. A WTorre afirma que fez um distrato do acordo e que não irá se posicionar sobre o assunto. A AEG, que cobra extrajudicialmente mais de R$ 4 milhões por prestação de serviços, dívida que a WTorre não reconhece, informou que o prazo dado para receber os atrasados se encerrou na segunda-feira, 15, e que mediante o não pagamento retirou o executivo Alexandre Costa e sua equipe do estádio. Agora questão está nas mãos dos advogados, segundo a empresa.

Apesar de um início auspicioso com a assinatura do contrato de naming rights ainda em 2013 com a Allianz, quase um ano antes da inauguração do estádio, a relação se desgastou de forma acelerada. Desde julho do ano passado a equipe da AEG encerrou o trabalho de comercialização das propriedades da arena, e as parceiras começaram a discutir um novo contrato apenas para a gestão, mas as negociações chegaram a um impasse. A realização do show dos Rolling Stones no Morumbi, casa do rival São Paulo, também teria incomodado os executivos da WTorre – a AEG é a produtora da turnê.

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