As marcas mais associadas ao Super Bowl no Brasil

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As marcas mais associadas ao Super Bowl no Brasil

Budweiser, ESPN, Facebook e Spotify Brasil são as mais lembradas nas interações relacionadas ao big game; Twitter é a plataforma com maior volume de menções ao evento


2 de fevereiro de 2020 - 14h00

Luiz Gustavo Pacete, de Miami*

Nuvem de palavras mais associadas ao Super Bowl no Brasil (Crédito: Zeeng)

A final da liga de futebol americano que ocorre neste domingo, 2, também é um momento importante para marcas no Brasil. Nas redes sociais, inclusive, é o momento de testar o nível de percepção das pessoas em relação aos patrocinadores ou aquelas que estão associadas indiretamente ao Super Bowl. Nos últimos dias, algumas se sobressaíram em termos de menções.

A pedido de Meio & Mensagem, a Zeeng, plataforma de data driven marketing, mapeou as menções a marcas de 23 de janeiro a 1 de fevereiro. Foram analisadas 5.646 marcas em 1.862 notícias e 8.137 posts no período. Do montante de posts analisados, o Twitter é a plataforma predominante com 56,2% do volume total, o Facebook vem em segundo com 15,7%, o Instagram tem 15,2%, já o YouTube, 12,9%.

Das dez marcas mais associadas em primeiro lugar está Budweiser seguida por ESPN, Facebook, Spotify, Amazon Prime, Bradesco, P&G, Samsung, Burger King e Netflix. No caso da transmissão do ESPN no Brasil, os patrocinadores da temporada completa, incluindo Super Bowl são Mitsubishi, Samsung, Budweiser, Mapfre, Claro, Magazine Luiza, Bradesco e CCAA.

Entre as marcas que patrocinaram somente o intervalo do Super Bowl no Brasil estão Paramount, WebMotors, C6 Bank, Calçados Pegada, Red Bull, English Live, STHIL, Apple, XP Investimentos, Costa do Sauipe, Pag Seguro, Hoteis.com, Renault, Movida, Azul Linhas Aéreas, Santander, OakBerry, Polenghi e New Era.

Os setores que mais investiram no Super Bowl nos últimos três anos

Perfil do envolvimento das marcas nos EUA

No ano passado, das empresas que mais investiram no intervalo do Super Bowl estão ABInBev com um aporte de US$ 52 milhões, seguida por Amazon com US$ 23 milhões, Alphabet, Deutsche Telekom e Toyota com US$ 18 milhões cada uma. No total, foram investidos US$ 412 milhões em publicidade durante o intervalo do jogo, alta moderada em relação ao ano de 2018.

O jornalista viajou a convite da Budweiser

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