Governo e plataformas querem combater fake news sobre tragédia no RS

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Governo e plataformas querem combater fake news sobre tragédia no RS

Por meio da Advocacia Geral da União, empresas como Google, TikTok, Meta, Kwai e outras comprometeram-se com a promoção de conteúdo qualificado sobre os desastres climáticos


21 de maio de 2024 - 16h03

plataformas fake news

(Crédito: Petr Ciz/Adobe Stock)

A Advocacia Geral da União (AGU) e as principais plataformas digitais que atuam no Brasil assinaram, nesta segunda-feira, 20, um protocolo que visa combater as fake news relacionadas às enchentes no Rio Grande do Sul.

Comprometeram-se com o protocolo de intenções as empresas Google/YouTube, Meta, TikTok, X, Kwai e Linkedin. O documento também foi assinado pelo advogado-geral da Uniãoo, Jorge Messias e tem duração de 90 dias, podendo ser renovado mediante um novo acordo.

O entendimento entre as partes envolvidas foi feito em colaboração com a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

De forma prática, o documento prevê a promoção de informação “íntegra, confiável e de qualidade” sobre a situação enfrentada por diversas cidades do Rio Grande do Sul, observando, para isso, os termos das próprias plataformas.

A AGU diz, ainda, que as plataformas comprometem-se a colaborar, de acordo com suas capacidades técnicas e institucionais, com medidas para coibir conteúdos que “violem a integridade das informações sobre a tragédia climática”.

Pelo acordo firmado, as redes sociais também podem disponibilizar aos usuários ferramentas e mecanismos que facilitem o acesso a informações confiáveis a respeito da tragédia climática, incluindo a prestação de serviços públicos.

Essas plataformas também poderão incluir os temas em ações de checagem de conteúdo.

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