Mais tímido, Brasil tem só 29 chances nos 7 shortlists de sábado
Performance do País está bem abaixo da registrada no ano passado, quando, nas mesmas áreas, somou 65 finalistas

“Chicken Screams for Coke”, da VML Nova York e São Paulo para Coca-Cola: finalista em Audio e Outdoor
Na manhã deste sábado, 20, primeiro dia de divulgações em Cannes de shortlists do Festival Internacional de Criatividade, o Brasil começou sua jornada na caça aos Leões de 2026 bem mais tímido que no ano passado.
Foram revelados os finalistas de sete competições, com 29 menções a cases brasileiros. Considerados os shortlists das mesmas áreas na edição do ano passado, foram 65 finalistas do País, uma queda de 55%.
As sete áreas que divulgaram shortlists no sábado colocam na disputa por Leões nove agências atuantes no Brasil. A VML puxa a fila, com 7 menções, todas em cocriação com outros escritórios da rede, seguida por AlmapBBDO e LePub (com 5 cada), Publicis Brasil (4), Gut (3) e Africa Creative (2). Com um finalista cada, aparecem Droga5, WMcCann e a equipe interna do Canva.
Entre os anunciantes com campanhas nacionais, destaque para Coca-Cola, com 4 finalistas, e Heineken, Grupo Pulsa, Pedigree e Mercado Livre, com 3 cada.
Na área estreante de Creative Brand e na competição de Pharma, o Brasil não teve nenhum finalista.
O melhor desempenho do País acontece em Outdoor, com 11 menções ao Brasil no shortlist, seguido por Health & Wellness (10), Audio & Radio (5), Print & Publishing (2) e Creative B2B (1).
O caso da área de Print & Publishing é emblemático na mudança de perspectivas de Leões para o Brasil. O País foi por anos o mais premiado do mundo nessa competição, no ano passado, registrou 24 menções no shortlist e, agora, o desempenho caiu para somente dois finalistas.
Outras três áreas do Cannes Lions já divulgaram antecipadamente os seus shortlists, com o Brasil concorrendo com dois cases em Glass e sem nenhuma menção em Titanium e Innovation.