Motim lança criptomoeda baseada em reputação de marcas

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Motim lança criptomoeda baseada em reputação de marcas

Clientes receberão ativos para investimento na comunicação de ONGs e projetos de impacto social

Renato Rogenski
20 de julho de 2021 - 6h00

Clientes poderão reverter a criptomoeda em serviços de assessoria de imprensa para entidades não-governamentais e projetos sociais de sua escolha (Crédito: divulgação)

A Motim, empresa especializada em PR e que se posiciona como uma “aceleradora e gestora de posicionamento”, acaba de lançar a RepCoin (RPTC), uma criptomoeda que terá seu valor agregado com a reputação das empresas no mercado brasileiro. O lançamento oficial do ativo será realizado por meio de uma live nesta terça-feira, 20, no perfil da empresa no Linkedin.

Criada na plataforma Ethereum, a RPTC será distribuída em uma primeira etapa aos 46 clientes da agência. Ao final de cada seis meses, essas empresas poderão reverter a criptomoeda em serviços de assessoria de imprensa ou conteúdo de alta performance para entidades não-governamentais e projetos sociais de sua escolha. No escopo dessa estrega estão três meses de serviço a e concepção de um planejamento completo de relações públicas, incluindo a execução de posicionamento digital e assessoria de imprensa.

De acordo com Silas Colombo, fundador e CCO da Motim, o novo ativo foi a forma que a agência encontrou de simbolizar a importância da gestão de posicionamento assertiva dentro do mercado de inovação. “A reputação é a nova moeda e as empresas estão cada vez mais entendendo isso. O lançamento da RPTC serve para ilustrar que o posicionamento e o prestígio das empresas continuam sendo os principais ativos na transação de confiança entre marcas e seus consumidores”, afirma.

Segundo o estudo internacional Meaningful Brands, do Grupo Havas, 77% das marcas poderiam sumir do mundo sem que os consumidores sentissem sua falta. “Essa é uma informação bastante preocupante. A necessidade de criar uma imagem autêntica e próxima aos seus clientes é vital para a sobrevivência das marcas e esperamos que esse movimento se transforme em um grande objetivo dentro do mercado de comunicação”, avalia a brand manager da Motim, Marina dos Anjos.

Citando números da consultoria Maitland/AMO, Silas lembra que somente em 2021 a reputação foi responsável por 35% do valor de mercado das empresas globais, em média. Dentro do mercado de inovação e tecnologia, o número chega a 43%, conta. “O investimento de impacto social vai estar atrelado a marca do cliente, e tudo isso cria um ecossistema de desenvolvimento de reputação positiva para o mercado”, pontua.

*Crédito da imagem no topo: Ajwad Creative/iStock

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