Globo compra direitos da WSL para o Brasil

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Globo compra direitos da WSL para o Brasil

Contrato de três anos, válido até 2024, prevê cobertura multiplataforma dos torneios e exibição de séries e documentários do WSL Studios

Fernando Murad
12 de dezembro de 2021 - 14h10

Gabriel Medina, tricampeão mundial, é um dos ídolos do esporte (Crédito: Kenny Morris/World Surf League)

As principais competições de surfe do mundo serão transmitidas pelas plataformas da Globo para o Brasil nas temporadas de 2022, 2023 e 2024. O contrato assinado pela empresa com a World Surf League (WSL) prevê cobertura multiplataforma no Sportv, TV Globo, Globoplay, ge e Canal Off.

O acordo inclui os direitos exclusivos no Brasil dos circuitos Championship Tour (CT); Challenger Series (CS), categoria de acesso; Big Wave Tour (BWT); e Longboard Tour (LT), além de séries e documentários produzidos pelo WSL Studios. Mesmo com a parceria, a WSL continuará a exibir as competições em suas plataformas digitais próprias.

Ítalo Ferreira, campeão olímpico e mundial (Crédito: World Surf League)

Todas as etapas do CT terão transmissão gratuita no Globoplay até as oitavas de final e o Sportv exibirá com exclusividade as baterias a partir das quartas de final. Quando um atleta brasileiro vencer uma etapa, a TV Globo exibirá flashes em sua programação. A etapa de Saquarema, no Rio de Janeiro, que estará de volta ao calendário em 2022, terá cobertura especial de todos os canais. O ge acompanha as competições em tempo real, com vídeos das principais manobras e dos melhores momentos.

“Estamos muito felizes em ter a WSL de volta ao portfólio Globo. Temos parcerias de sucesso nos principais esportes – como futebol, vôlei, basquete – e o surfe não poderia ficar de fora por estar atrelado aos nossos objetivos estratégicos. É um esporte democrático, que tem nos atletas brasileiros os principais ídolos mundiais e vem conquistando ainda mais fãs no País depois dos recentes feitos”, disse Eduardo Gabbay, diretor de canais de esporte da Globo, em comunicado. A Globo transmitiu eventos do surfe mundial na época da Associação dos Surfistas Profissionais (ASP), entidade que foi sucedida pela WSL, em 2015.

Tatiana Weston-Webb, vice-campeã mundial de 2021 (Crédito: Kenny Morris/World Surf League)

Além do ouro de Ítalo Ferreira na estreia da modalidade nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, os surfistas do País conquistaram cinco das últimas sete edições do Championship Tour, da WSL: Gabriel Medina é tricampeão (2014, 2018 e 2021), enquanto Adriano de Souza (2015) e Ítalo Ferreira (2019) têm um título cada. Já Tatiana Weston-Webb conquistou o vice-campeonato mundial neste ano.

“Para a WSL e o surfe, de maneira geral, fazer parte da cobertura multiplataforma da Globo, que fala com milhões de pessoas todos os dias, é algo que vai mudar esse esporte de patamar. Tanto na disponibilidade de conteúdo sobre surfe como no conhecimento sobre todos os atletas que fazem parte da atual geração vencedora e das próximas gerações, muito promissoras”, afirmou Ivan Martinho, CEO da WSL para a América Latina, em comunicado.

Crédito da imagem do topo: Kenny Morris/World Surf League

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