Falsa saturação
O mercado de entretenimento está em expansão e mais próximo do público do que nunca
Nos últimos meses, surgiram conversas sobre uma possível saturação no mercado de entretenimento. Comentam que shows, festivais e experiências – tanto ao vivo quanto no digital – não teriam mais o mesmo interesse do público.
Mas basta observar o cenário à nossa volta para perceber que a realidade é exatamente o oposto: eventos lotados, agendas cada vez mais cheias e um público aberto para viver cada vez mais experiências.
O entretenimento não está enfraquecendo. Ele está evoluindo — e essa evolução tem aberto novas oportunidades estratégicas para marcas, criadores e empresas que desejam crescer nesse ecossistema.
Um público mais curioso, engajado e aberto.
Nunca houve tanta busca por experiências. As pessoas querem viver algo novo, autêntico, sensorial. Elas querem música, esporte, gastronomia, arte, cultura — e, cada vez mais, querem esses universos conectados.
Nas redes sociais, cada estreia se transforma em conversa, compartilhamento e engajamento.
O público está presente, ativo e disposto a participar. Esse comportamento reforça algo essencial: o entretenimento se tornou parte do estilo de vida contemporâneo.
Os números confirmam o potencial desta indústria. Segundo a PwC/Live Entertainment, o Brasil já é o segundo maior mercado de shows do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.
A presença constante de grandes artistas internacionais nos últimos anos evidencia o protagonismo do país no setor – e os artistas nacionais em crescimento e sempre em conexão com o público.
Turnês, conteúdos, ações especiais e ativações inéditas mostram que o mercado brasileiro desperta interesse — e que marcas, criadores e produtoras têm diante de si um terreno fértil para inovação e crescimento.
Existe um lugar mais aberto para eventos que conectem propósito, identidade e emoção. Querem se enxergar na experiência — e levar algo dela consigo.
Essa mudança, longe de ser um problema, representa uma oportunidade gigantesca para quem cria, produz e desenvolve marcas. Tratar o público como protagonista.
Marcas que entendem isso criam conexões mais fortes, constroem comunidades, geram desejo e ampliam sua relevância cultural.
Quando o entretenimento entra em cena, ele potencializa narrativas, ativa emoções e transforma conteúdo em memória — exatamente onde está o maior valor estratégico de hoje.
Para empresas como a nossa, que sempre uniram conteúdo, criatividade, storytelling e inovação, expandir nossa atuação em experiências era um caminho natural.
O entretenimento está vivo — e crescendo.
Estamos vivendo uma fase vibrante, dinâmica e cheia de possibilidades. Está em movimento acelerado, e quem souber ler esse momento encontrará oportunidades reais de expansão, relevância e impacto.