“Ajudamos clientes a entender o que podem vender”, diz Quintela

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“Ajudamos clientes a entender o que podem vender”, diz Quintela

À frente da VMLY&R como chairman por mais três anos, Marcos Quintela fala sobre as novas demandas dos clientes e dos desafios da rede no País

Isabella Lessa
23 de maio de 2022 - 14h57

John Lynn e Marcos Quintela (Crédito: Arthur Nobre)

O WPP e o grupo VMLY&R renovam o contrato com Marcos Quintela por mais três anos. O chairman da rede no Brasil afirma que o momento é de fortalecer perante os clientes a oferta da companhia, que nos últimos meses passou a ser mais integrada com a consolidação de GTB, VMLY&R Commerce e Red Fuse à agência comandada pelo CEO Fernando Taralli.

Para oficializar a continuidade de Quintela no cargo, John Lynn, CEO da VMLY&R para América Latina, veio ao País na última semana. Na opinião do executivo inglês, a fusão entre VML e Y&R foi algo simples porque já reportavam como um único negócio antes da junção oficial. “Quando cheguei à minha atual posição em 2015, já respondia pelas duas redes na região latino-americana. Então sempre trabalhamos juntos. O desafio era como unir esses negócios fisicamente, pois são muito grandes”, afirma.

O mercado brasileiro foi o último a concluir a junção devido três conflitos de contas: Vivo, Itaipava e LG, clientes da Y&R, conflitavam, respectivamente, com Oi, Estrella Galicia e Dell, da VML. Hoje, Vivo, Itaipava e Dell permanecem no portfólio da VMLY&R.

Segundo Quintela, no Brasil, o grupo VMLY&R no Brasil está mudando nos últimos 12 meses mais do que mudou nos últimos 12 anos. “Há uma conjunção de expertises e entendo que meu papel é mais no business, aglutinar experiências e pessoas e passar a oferecer ao mercado algo inédito”, diz. Ele diz, ainda, que a atuação da VMLY&R está focada na noção de que pessoas se tornaram veículos de mídia que propagam o storytelling produzido pelas marcas, o que faz com que a agência olhe para o consumidor enquanto comprador e produtor de mídia, por meio de uma inteligência baseada em dados, tecnologia e criatividade.

“Hoje, ajudamos nossos clientes a entender o que podem vender. Ajudamos a precificar o produto, a dar nome ao produto e serviço. Depois entra a propaganda, pois entramos bem antes”, explica. Hoje, Quintela afirma que serviços de CX, commerce e business intelligence, por exemplo, são mensurados em fee ou ocorrem por meio de projetos específicos, o que traz receitas rentáveis, por vezes mais do que as entregas de mídia.

 

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