Geração Y: publicidade é ?chata? para apenas 3%

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Geração Y: publicidade é ?chata? para apenas 3%

Veja sete insights relevantes sobre o grupo de jovens que tomará a dianteira do consumo e do mercado de trabalho ao longo da próxima década


4 de dezembro de 2012 - 4h41

Espera-se que o 1,8 bilhão de pessoas que compõe a geração Y correspondam a 75% da força de trabalho em 2025 e ultrapasse a geração dos boomers (nascidos entre meados dos anos 1940 e meados da década de 1960) em rendimentos a partir 2018. Então, qualquer que seja seu pensamento sobre eles, uma coisa é certa: os anunciantes não podem ignorá-los. Aqui estão sete fatos que você precisa saber sobre estes consumidores. Os dados foram colhidos em estudo, realizado pela Edelman Berland e a comunidade online 8085 Live, com quatro mil integrantes da geração Y, de onze países. O estudo atualiza pesquisa feita em 2011.

A Geração Y deseja ser entretida pelas marcas. Cerca de 80% dos entrevistados fizeram tal afirmação quando consultados se queriam ser entretidos. Aproximadamente 40% disseram que querem que as marcas os deixem influenciar os produtos, por meio de co-criação. Mas só 31% afirmaram desejar que as marcas criem conteúdo online como vídeos, fotos, games e blogs. E uma minoria (19%) quer que as marcas realizem parcerias com celebridades. Boas notícias: somente 3% declararam que a publicidade é chata.

Os consumidores da Geração Y querem marcas que os ajude. Quando questionados se gostariam de marcas que os ajudassem, 77% disseram que querem marcas que deem assistência através de doações e bolsas de estudos; 75% citaram a oportunidade para marcas disponibilizarem mais experiências de vida. E 65% gostariam que as marcas se comportassem como mentoras que podem guiá-las. Entre 55% e 60% querem marcas que os auxiliem a conectar e compartilhar, utilizando o público de marcas como o Facebook e anúncios.

O objetivo de vida mais importante da Geração Y é ter um bom emprego com um propósito combinado à paixão pessoal. Isso foi citado por 80% dos interrogados, seguidos por outros onze objetivos – inclusive ter um imóvel, casar-se, constituir família e obter uma carreira bem-remunerada.

A Geração Y enxerga a si mesma no papel de líder. No estudo, 74% disseram ter o poder de influenciar as decisões de compra de amigos e aqueles de outras gerações.
Eles procuram ajuda na hora de decidir o que comprar. Segundo o estudo, 94% usam ao menos uma fonte como guia para decidir a compra de determinada marca.

A Geração Y dirá aos anunciantes o que pensam. Na pesquisa, 70% declararam que é responsabilidade deles compartilhar o feedback com as companhias após uma experiência de compra boa ou ruim. As porcentagens mais altas desses consumidores – acima de 80% por país – foram do Brasil, China, Emirados Árabes e Índia. Em contraste, 67% dividiu a opinião dos EUA.

Eles estão preocupados com o futuro, mas a economia não foi a principal preocupação. Apenas um quarto dos abordados, 25%, disse que a economia é a maior questão em suas vidas e na comunidade e no país.

Do Advertising Age

Tradução Isabella Lessa
 

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