Skol soma 15 marcas à causa LGBTQ+

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Skol soma 15 marcas à causa LGBTQ+

Dotz, Leroy Merlin, Olla e Vivo aderiram à iniciativa que já tinha Burger King, BIS, Trident, Quem disse, Berenice?, AccorHotels, Bradesco, GNT, Itaú, Mercado Livre, Next e Vult

Sergio Damasceno Silva
29 de junho de 2018 - 11h14

Junto com a Skol, 15 marcas aderiram à iniciativa para arrecadar recursos para instituições voltadas à causa LGBTQ+

A iniciativa da Skol, com o movimento #MarcasAliadas, criação da agência F/Nazca Saatchi & Saatchi, conseguiu agregar até esta quinta-feira, 28, quando se celebrou o Dia Internacional do Orgulho LGBT, 15 marcas a favor da causa. A iniciativa visa arrecadar doações que serão divididas entre quatro instituições: Casinha, Todxs e os coletivos Não Desculpo e Transformação. O montante arrecadado até agora é suficiente para manter as parceiras por cerca de um ano.

Patrocinadora da parada do orgulho LGBT em São Paulo pelo terceiro ano consecutivo, a Skol fez a convocação no início do mês e recebeu pedidos de marcas pela internet. “Acreditamos nesta data como um forte símbolo da importância de se unir para falar e ajudar a causa LGBT e, por isso, a escolhemos para esta prestação de contas”, disse a diretora de marketing da Skol, Maria Fernanda de Albuquerque, em comunicado sobre os resultados do projeto. Para o consultor de diversidade da Sol, Ricardo Sales, as marcas têm um poder mobilizador e ter empatia por essa causa é muito importante: “Quando nos sensibilizamos pelas vítimas de crimes motivados por LGBTfobia, podemos e devemos nos tornar aliados na luta contra o preconceito. Isso nos ajuda a refletir sobre os direitos básicos que os LGBT não têm, o que passa por questões de cidadania até outras mais simples, como andar de mãos dadas na rua com sua namorada, seu marido”, disse.

A destinação da arrecadação para as instituições já está definida. A doação deve ser usada para viabilizar o aluguel de um espaço físico para a Casinha, no centro do Rio de Janeiro, que ajude pessoas LGBT em vulnerabilidade. A Todxs usará o investimento para pilotar um projeto para mudar o cenário de inclusão nas escolas públicas do País, uma pesquisa nacional para direcionar o Brasil para melhores políticas públicas e outros projetos que usam tecnologia e inovação para causar impacto em alta escala. Já o coletivo Não desculpo, um espaço de acolhimento, troca de informações e experiência entre mulheres LBT, pretende, a partir das doações, criar uma rede de profissionais que trabalham com psicologia, psicanálise e psiquiatria para atender mulheres LBT+ que sofreram ou sofrem algum tipo de violência. O Transformação, que promove educação e cultura para pessoas transgêneras, travestis e não binárias em aulas no centro de São Paulo pretende expandir sua capacidade de atendimento, levando educação para mais pessoas e as doações garantem seu funcionamento por cerca de mais dois anos.

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