Nestlé quer 100% de suas embalagens recicláveis até 2025

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Nestlé quer 100% de suas embalagens recicláveis até 2025

Empresa faz série de projetos para criar ações e campanhas em prol do meio ambiente; Mondelēz International cria plano de assinatura para distribuir embalagens recicláveis e duráveis


7 de fevereiro de 2019 - 11h50

*Atualizado às 19:32

Através da marca Nescau, a Nestlé inicia, neste mês, ações que têm como meta tornar 100% de suas embalagens recicláveis e reutilizáveis até 2025, assim como tornar 100% dos canudos dos produtos Nescau biodegradáveis. A marca de achocolatados lançou o movimento #jogapradentro, que instrui os consumidores a colocarem os canudos dos produtos Nescau dentro das embalagens para que o objeto não corra o risco de se dispersar pelas águas. As instruções estarão impressas nas embalagens, em PDV e campanhas.

Produtos instruem descarte adequado do canudo de plástico (Crédito: Divulgação/Nestlé)

Nescau também firmou parceria com o Projeto Tamar, instituição que trabalha pela preservação das tartarugas-marinhas, à qual dará apoio financeiro e trabalhará em ações e campanhas relacionadas ao meio ambiente. Além disso, a Nestlé lançou a plataforma Henri (em homenagem à Henri Nestlé, fundador da empresa), em que empreendedores podem apresentar soluções para os problemas relacionados aos canudos. Os projetos mais interessantes terão apoio da empresa para seu desenvolvimento.

Com o mesmo objetivo de tornar todas as suas embalagens recicláveis até 2025, a Mondelēz International aderiu à Loop, plataforma de economia circular da TerraCycle, para criar um plano de assinatura em que o consumidor recebe produtos das marcas Mondelēz em casa em embalagens duráveis, reutilizáveis e personalizadas. O projeto será lançado inicialmente na França e nordeste dos Estados Unidos e deve expandir ao longo deste ano e do próximo.

O movimento em prol da sustentabilidade ganhou força em 2018, quando consumidores começaram a militar pelo fim do uso do canudo plástico pois, ao ser descartado indevidamente no mar, o material prejudica animais marinhos, em especial tartarugas. Theresa May, primeira ministra do Reino Unido, anunciou um plano para proibir a venda de canudos e demais produtos de plástico na Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales; Marcelo Crivella, prefeito do Rio de Janeiro, sancionou, em julho, o projeto de lei que proíbe a distribuição de canudos de plásticos em bares, lanchonetes e restaurantes; e empresas se mobilizaram para banir a distribuição de canudos de plásticos e criar alternativas biodegradáveis, como aço e papel. 

Em novembro de 2017, Coty, Clarins, Grupo Rocher e L’Oréal lançaram a Iniciativa de Beleza Responsável em parceria com a EcoVadis, empresa independente que atua na classificação de Responsabilidade Social Corporativa, para promover práticas sustentáveis, melhorar os índices de impacto ambiental e social e maximizar o valor compartilhado em toda a cadeia de suprimentos. Já em janeiro deste ano, Braskem, Basf, Mitsubishi Chemical Holdings, Procter & Gamble, Shell Chemical e outras 24 empresas firmaram um pacto para investir US$ 1 bilhão para desenvolver e implementar soluções para dar fim ao descarte de plástico.

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