Fila muda o jogo em campanha que reforça posicionamento

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Fila muda o jogo em campanha que reforça posicionamento

Com o mote “Change the game”, a companhia, que está apostando na estratégia DTC desde o final de 2019, busca incentivar o pensamento não-linear e a quebra de padrões

Amanda Schnaider
16 de março de 2020 - 9h14

Com mais de 100 anos de história, a Fila está reforçando seu posicionamento com o lançamento da campanha “Change the game” no Brasil e na Argentina. A ação estreia nesta segunda-feira, 16, nas suas plataformas digitais da marca, nos canais de TV paga MTV, Multishow, GNT, Canal OFF, Sportv2 e Sportv3, e em mídias off-line. Desenvolvida internamente desde o ano passado, a peça — produzida pela Cave e dirigida por Rafael Kent — ilustra o incentivo da companhia ao pensamento não-linear, a quebra de padrões e a expansão dos limites humanos dentro e fora do esporte.

“A mensagem que queremos passar com a campanha é que não se trata de vencer, mas de encarar o desafio. Elencamos cinco pessoas para contar suas histórias reais de como mudaram o jogo”, comenta Natalia Gramari, gerente de marketing da Fila Brasil.

Mercado brasileiro
Acompanhando o novo posicionamento, desde setembro de 2019 a Fila, comandada pelo Grupo Dass no Brasil, está investindo em um plano direct-to-consumer, ou seja, na abertura de lojas físicas no País. Até o momento, a companhia conta com cinco pontos de vendas, em Guarulhos, Duque de Caxias, Fortaleza, Porto Belo e Itupeva, recém inaugurada. Segundo Christian Nagao, brand manager da Fila Brasil, a expectativa é dobrar este número de lojas até o fim de 2020. “As lojas físicas aproximam muito forte o consumidor da marca”, explica.

Em 2019, a empresa cresceu 52% em relação a 2018, segundo Nagao. “Praticamente dobramos nossa participação nos clientes mais relevantes do mercado”, afirma. O desempenho é resultado de um plano estratégico de curto, médio e longo prazos. A Fila também contratou duas consultorias com foco em processos e mercado para gerar análises e conteúdo. “Estamos implantando novos procedimentos para fazer a gestão dos negócios com foco em construção da imagem da marca”, explica. Ainda de acordo com Nagao, o fato de o Grupo ter a licença master da Fila oferece muita flexibilidade a companhia para adequar estratégias globais a realidade do mercado brasileiro. “Pensamos globalmente e executamos localmente”, complementa.

Lançamentos e parcerias
E, por falar em execução, a companhia está investindo em duas categorias em especial para seu portfólio de produtos: lifestyle e running. “Estamos relançando vários modelos das décadas de 1990 e 2000”, revela o brand manager da Fila Brasil. Porém, segundo ele, uma marca esportiva não pode ancorar seus esforços somente em lifestyle e, por isso, em 2020 lançarão uma linha de produtos de calçados de alta performance. “Estamos agora retomando uma conexão que a marca sempre teve com a categoria de running”, completa.

Seguindo a estratégia lançar coleções em parceria com marcas, como já aconteceu com Haight, Reserva, Nk Store e Melissa, a companhia terá novidades. “Estamos em fase de negociação com marcas que vem de encontro com o universo Fila”, diz Natalia.

Neste ano, as colaborações começaram durante o Rio Open, maior torneio de tênis da América do Sul, realizado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, de 15 a 23 de fevereiro. Na ocasião, a Fila, parceria do evento pelo quarto ano consecutivo, criou uma coleção especial em homenagem a uma das maiores jogadoras de tênis do Brasil, Maria Esther Bueno, a “Bailarina do tênis”. Feita com tecido flow e proteção solar, a coleção, que conta com camisetas, shorts, tops, vestidos, regatas e jaquetas, ficou disponível na pop-up store da marca durante a competição.

**Crédito da imagem no topo: Reprodução

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