Movimento quer livrar as assistentes virtuais do assédio

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Movimento quer livrar as assistentes virtuais do assédio

Criado pela SunsetDDB em parceria com a Unesco, projeto "Hey Update My Voice" convida o público e as empresas a discutirem sobre assédio cibernético


14 de janeiro de 2020 - 6h01

Em maio de 2019, a Unesco lançou o estudo “I’d Blush If I Could” (“Se pudesse, ficaria corada”, em tradução livre), que revelou como as assistentes virtuais, que comumente possuem nomes de mulheres e voz padrão feminina (exemplo, Lu, Bia, Alexa e Siri), sofrem com preconceito de gênero e, normalmente, respondem aos assédios com frases passivas, tolerantes e subservientes.

Com isso, a SunsetDDB criou o movimento Hey Update My Voice (“Hey, atualize minha voz”, em tradução livre) em parceria com a Unesco, para alertar as pessoas em relação ao assédio cibernético, falar sobre a educação cibernética e o respeito às assistentes virtuais. Além disso, o movimento ainda convida o público a debater o assunto e as empresas a atualizaram as respostas de suas assistentes virtuais.

No site do movimento, o público encontra um campo chamado “sua voz”, em que é possível gravar mensagens de voz de até 15 segundos com sugestões de respostas para as assistentes aos assédios sofridos. Dessa forma, o intuito da campanha é fazer com que as empresas recebem as mensagens e alterem suas respostas de suas assistentes virtuais a partir dessas sugestões. “Essas sugestões de frases serão analisadas por uma comissão competente e, posteriormente, serão divididas com os CEO’s de empresas que utilizam essa tecnologia e desenvolvedores”, informou o movimento em nota. O site ainda conta com informações sobre o movimento e notícias sobre o tema.

**Crédito da imagem no topo: Reprodução

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