Banco do Brasil encerra patrocínio a Felipe Nasr

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Banco do Brasil encerra patrocínio a Felipe Nasr

Em meio a um processo de reestruturação, instituição confirmou o fim da parceria

Luiz Gustavo Pacete
21 de novembro de 2016 - 14h00

Felipe_Nasr_2015_Malaysia

Felipe Nasr

O futuro de Felipe Nasr, que seria o único brasileiro a representar o Brasil na Fórmula 1 em 2017, está ainda mais incerto após o Banco do Brasil ter deixado de patrocinar sua equipe, a Sauber e também o piloto. O patrocínio da instituição financeira era importante na eventual renovação da escuderia com Nasr.

Ao Meio & Mensagem, o Banco do Brasil esclareceu que condicionou a renovação do contrato de patrocínio à escuderia Sauber na F1 à entrada de outros patrocinadores, públicos ou privados, reduzindo o valor investido pelo banco no projeto de marketing. O BB investia cerca de R$ 50 milhões por ano na Sauber e o acordo exigia a permanência do piloto brasileiro para a continuidade do patrocínio.

“O Banco do Brasil reconhece o talento do piloto Felipe Nasr, orgulha-se por ser o patrocinador responsável por seu ingresso na F1, mas, por restrições orçamentárias e estratégias de marketing, entende como necessário rever seu investimento na categoria neste momento”, disse a empresa.

Sem a garantia de Felipe Nasr em 2017, o Brasil pode ter sua primeira temporada sem um piloto na F-1 em 47 anos – Emerson Fittipaldi chegou em 1970, e desde então sempre houve um corredor do país.

O Banco do Brasil vive uma de suas maiores reestruturações recentes. Na noite deste domingo, 20, o banco anunciou um plano de redução de custos que visa economizar R$ 750 milhões e inclui o fim de 14% de suas agências e foco em digital.

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