Publishers planejam estratégias para futuro sem cookies

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Publishers planejam estratégias para futuro sem cookies

Pesquisa feita pela LiveRamp mostra que 70% dos publishers já se preparam para um cenário de diferentes formas de captação de dados

Bárbara Sacchitiello
6 de abril de 2022 - 15h30

O ano de 2023 marcará uma mudança importante no marketing digital por conta do fim do suporte aos cookies de terceiros, algo que, até então, é oferecido pelo Google em seu navegador.

 

(Crédito: Sentavio/Shutterstock)

Com a alteração, anunciantes, agências e também veículos terão de buscar diferentes formas de coleta e trabalho dos dados dos consumidores.

Boa parte dos publishers já estão projetando um futuro sem cookies de terceiros e planejando como vão atuar nesse cenário de forma diferente. É o que mostra uma pesquisa realizada pela plataforma de dados LiveRamp, que ouviu 52 publishers globais a respeito da preparação para um futuro sem cookies.

De acordo com o estudo, 71% dos publishers já começaram a se preparar para um cenário digital sem as informações dos cookies de terceiros. E 100% deles afirmam que os dados primários – aqueles captados diretamente de seus consumidores e audiência – serão importantes na construção de novas estratégias digitais.

“Em um mundo pós-cookie, não existe resposta definitiva para monetização de publishers com anúncios segmentados, aqui no Brasil ou em qualquer outro lugar. No entanto, o Brasil segue a tendência global. Essa pesquisa mostra o que o mercado vem desenvolvendo para se preparar para um mundo pós-cookie, em termos de proteção de receita – e proteção da privacidade dos consumidores”, analisa Gabriel Mazzutti, head de adressability da LiveRamp no Brasil.

Monetização
A LiveRamp mapeou, também, que 74% dos publishers que responderam a pesquisa já estão investindo em tecnologias de monetização, que deve, na maioria dos casos, se concentrar em ações de relacionamento direto com a audiência e assinaturas.

A pesquisa também apontou que 35% dos publishers espera que mais da metade de sua receita total venha de assinaturas. Já 17% apontam que o comércio eletrônico deverá representar ate metade de sua receita total.

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