Por que pensar em rich media?

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Por que pensar em rich media?

O formato pode aumentar as taxas de conversões, cliques e visualizações


12 de fevereiro de 2020 - 19h22

(Crédito: Cristian Dina/Pexels)

Você já usou uma criatividade rich media? Se sim, duvido que tenha usado todo seu potencial. Por definição, rich media é um termo da publicidade digital que define um anúncio composto por diversos recursos avançados, que podem ser pensados de diferentes maneiras, como vídeos, imagens, jogos etc.

O grande objetivo ao utilizar um formato como esse é incentivar os usuários a interagirem e se engajarem com o conteúdo. Além disso, as possibilidades de medição trazem insights interessantes sobre o seu público. Quantas expansões foram feitas? Quantos vídeos foram assistidos? Quantos downloads realizados? E por aí vai.

Fora as métricas tradicionais, todas essas outras medições mais precisas provam a maior vantagem em produzir um formato como esse: a interatividade. Quando bem feita, uma experiência em rich media torna-se envolvente, responsável por aumentar as taxas de conversões, cliques e visualizações. E é aqui que eu volto a te perguntar: Você já usou uma criatividade rich media? Se sim, será que utilizou todo o seu potencial?

A Kwikturn Media, agência americana, construiu um infográfico interessante que elege dez pontos super relevantes sobre a importância do conteúdo visual. Entre esses dez, elegi três que, a meu ver, são essenciais:

1. 90% das informações transmitidas ao cérebro são visuais;

2. O cérebro processa informação visual 60 mil vezes mais rapidamente do que informação em texto;

3. 40% das pessoas respondem melhor às informações visuais do que textuais.

E se você não acha que rich media pode ser um formato para conteúdo. Bom, voltamos à primeira linha desse texto.

Que esse tipo de tecnologia chama atenção e tem um potencial enorme ainda a ser explorado, é inquestionável. Porém, outro ponto é: quem são os parceiros que você escolhe no momento de construir uma estratégia rich media?

Selecionar bem e garantir uma execução de qualidade são tão fundamentais quanto querer inovar. O seu parceiro tem know-how em desenvolvimento? É inovador? Se preocupa em ser user friendly (que é de fácil compreendimento e não é intrusivo)? Possui cases de sucesso?

Recomendo que esses sejam os primeiros itens que o seu checklist deva conter e que todos estejam checked ao final.

Vale trazer a essa discussão mais dois aspectos importantes quando pensamos em rich media: a conectividade brasileira e o perfil do consumidor, cada vez mais ávido por novidades e cansado do tradicional.

Estamos falando sobre pessoas que crescem dia após dia sua participação na cadeia digital. Hoje, o número de brasileiros conectados já é superior a 70%, somando mais de 120 milhões de usuários, segundo a Cetic (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

E também de uma realidade que não faz muito tempo era apenas uma tendência. Estamos na era dos digital natives. Pessoas que já nasceram em meio a tecnologia, tendo aparelhos eletrônicos presentes em seu desenvolvimento biológico e social.

Esses elementos, que unem conectividade ascendente com as características dessa geração, refletem o tamanho do mercado em potencial para ações de engajamento que as marcas têm à disposição. Agora, é a hora de investir com inovação e criatividade.

**Crédito da imagem no topo: MrPliskin/istock

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