Etapa brasileira da WSL terá 15 patrocinadores

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Etapa brasileira da WSL terá 15 patrocinadores

Vivo Rio Pro, que começa em Saquarema, neste sábado, 22, terá ações de Apple, Bamba, Banco do Brasil, Bonsoy, Corona, Eventbrite, Florence, Mãe Terra, Natura Kaiak, Red Bull, Surfline, Shiseido, TrueSurf, Vivo e Yeti


21 de junho de 2024 - 17h05

Vivo Rio Pro, etapa brasileira da WSL, conta com 15 marcas (Crédito: Divulgação / WSL)

Vivo Rio Pro, etapa brasileira da WSL, conta com 15 marcas (Crédito: Divulgação / WSL)

A etapa brasileira da World Surf League (WSL), o Circuito Mundial de Surfe, Vivo Rio Pro, acontece em Saquarema, no Rio de Janeiro, a partir deste sábado, 22. Com duração até dia 30, a praia na Região dos Lagos do Rio de Janeiro receberá atletas e marcas que protagonizarão ações e deixarão legados para os frequentadores.

Essa edição já soma 15 empresas. São elas Apple, Bamba, Banco do Brasil, Bonsoy, Corona, Eventbrite, Florence, Mãe Terra, Natura Kaiak, Red Bull, Surfline, Shiseido, TrueSurf, Vivo e Yeti. O torneio também tem o apoio da EY, Prefeitura de Saquarema e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

No Brasil, o surfe é uma modalidade que está em crescimento nos últimos anos, e tem sido alavancado pelas conquistas de atletas brasileiros e pela entrada no programa olímpico. Segundo pesquisa do Ibope Repucon, citado no relatório conduzido pela EY, o País já tem mais de 45 milhões de fãs do esporte.

“Temos observado um crescente aumento na audiência e espaço ocupado na mídia ano após ano. O surfe em si é chamativo, mas a maneira que a WSL consegue amplificar a visibilidade e conexão com os consumidores através da plataforma que é a liga torna esse alcance maior e mais impactante”, avalia Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.

Para o executivo, o mercado é dinâmico, por isso o campeonato enxerga a necessidade de criar uma narrativa que se conecte com os investidores. “É isso que torna o surfe atrativo, que chama a atenção de marcas novas e que queiram não apenas se associar com o surfe e a WSL, mas realmente mergulhar nos conceitos e remar juntos em busca dos mesmos objetivos”, afirma.

Marcas promovem ativações na WSL

Durante os dias em que o evento acontecer, as marcas patrocinadoras poderão se aproximar dos fãs de surfe, bem como dos atletas que disputarão a competição. Exemplo disso é o que a Natura, através da marca Kaiak, fará pelo segundo ano consecutivo como patrocinadora.

A perfumaria terá um stand com um rooftop que terá uma visão privilegiada para o local onde acontecem as baterias, além de proporcionar um local para os visitantes relaxarem com massagem e experimentar os produtos da marca.

Além disso, a empresa aproveitará a proximidade com a praia para amplificar a sua mensagem a respeito de sustentabilidade e conscientização. Assim, a marca realizará, juntamente com os espectadores, uma atividade que visa trabalhar a limpeza das praias recolhendo lixo em uma grande caminhada em parceria com a Ecosurf.

“Temos como visão de marca a promoção do ‘bem estar bem’ e como podemos nos sentir bem e cuidar do planeta, entendendo que fazemos parte de um ecossistema. O esporte entra muito nisso, sempre com esse cuidado. Não existe esporte se eu não cuidar do planeta”, afirma Denise Coutinho, diretora de marketing & comunicação da Natura Brasil.

A empresa tem intensificado a sua presença no esporte, que além de apoiar a WSL, está no futebol, em um patrocínio às transmissões do futebol da Globo, e acabou de anunciar Endrick, ex-Palmeiras e atacante da seleção brasileira, como embaixador.

Do outro lado, a Mãe Terra, marca de alimentos naturais da Unilever, aparece pela primeira vez como patrocinadora do torneio. A empresa entende que o esporte, em especial o surfe, tem uma sinergia que pode contribuir para o desenvolvimento do seu conceito de marca, “Comece pela granola”, trabalhando especificamente o mix de grãos.

Isis Bialoskorski, gerente de marketing da empresa, explica que com esse patrocínio a marca busca ativar quatro pilares importantes. O primeiro tem a ver com comunicação e produto, com o lançamento de uma embalagem especial com uma foto dos atletas que também são embaixadores da marca. Além disso, um stand fará da Mãe Terra a marca de açaí com granola oficial do evento.

O segundo pilar é tangibilizar o conceito do produto, oferecendo atividades matinais e comunicar, todos os dias, as condições climáticas das ondas. O terceiro ponto é a ampliação da conversa através de seus embaixadores, que estarão presentes no local. E, por fim, a marca pretende ativar o conceito de sustentabilidade anunciando a maior compensação de plástico de sua história.

A empresa terá uma collab com o Menos 1 Lixo com a venda produtos oficiais do evento que foram feitos por meio da reciclagem de big bags coletadas em locais diversos, além de estarem presentes na caminhada de retirada de lixo, ao lado da Natura.

Além delas, a Vivo, detentora do naming rights da competição pelo segundo ano consecutivo, também amplia suas iniciativas. A marca terá em seu stand a piscina de ondas, em uma versão maior que no ano anterior, para receber atletas e o público. Além disso, a empresa de telefonia aumentou o seu squad de influenciadores, com a chegada de Sophia Medina, que estreia na competição. Por fim, os embaixadores da marca distribuirão autógrafos para os participantes.

Legado

Além dos impactos envolvendo sustentabilidade, que as marcas já carregam como proposta em suas atuações, a WSL busca deixar um legado. Segundo o relatório da EY para a liga, apenas em 2023, a Vivo Rio Pro movimentou R$ 97 milhões para Saquarema.

Recebendo mais de 300 mil pessoas, com mais de 500 empregos gerados diretamente, a competição impactou o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em R$ 35 milhões e arrecadou cerca de R$12 milhões em impostos, dentre outros aspectos para chegar à somatória.

Segundo Martinho, o objetivo da WSL é deixar cada local melhor do que foi encontrado antes do evento. Isso acontece por meio de projetos educativos com a comunidade local, ações de sustentabilidade, oportunidades econômicas, amplificação e visibilidade de pessoas e grupos sociais.

“Além disso, tem todo o impacto que o esporte trás através da mídia, transmissões e eventos que aumenta a popularidade e visibilidade do esporte que resulta em uma miríade de benefícios para o esporte, os atletas e os investidores”, diz.

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