Série investiga transformação digital e cultura maker

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Série investiga transformação digital e cultura maker

Produzida por Meio & Mensagem, segunda temporada de ForMakers se propõe a entender como 99, Google, Globosat, Visa e outras empresas conduzem processos de inovação

Luiz Gustavo Pacete
6 de agosto de 2019 - 7h30

Marcelo Tas, Rita Wu e Ricardo Cavallini

O Meio & Mensagem estreia nessa quarta-feira, 7 de agosto, a segunda temporada da série ForMakers.

Camila Novaes, Visa

Com patrocínio da Y&R, o conteúdo em dez episódios se propõe a discutir o impacto da cultura maker nos processos de transformação digital por meio de exemplos práticos de empresas como Visa, Nestlé, Coca-Cola, Youse, 99, Google, Globosat, IBM e outras.

O primeiro episódio será sobre as definições de cultura maker com o time de jurados do Batalha Maker Brasil, reality da Discovery que estreou em abril, composto por Marcelo Tas, Rita Wu e Ricardo Cavallini.

Zé Pereira Jr, Nestlé

No segundo episódio, a série trata da importância da mentoria no contexto de mudança das empresas com a presença de Camila Novaes, responsável pelo marketing digital da Visa. Os episódios serão lançados quinzenalmente no YouTube de Meio & Mensagem todas às quartas-feiras alternados por conteúdo extra sobre carreira nos Stories, do Instagram.

Ivan de Souza, Coca-Cola

Ricardo Cavallini, fundador da plataforma Makers Brasil, explica que muitos dos conceitos que vêm ganhando aderência no ambiente corporativo como prototipar, errar rápido, colaborar e cocriar são comuns no universo maker.

Thais Barreto, Youse

“Ajudou o fato de empresas de tecnologia como Google, Facebook, Microsoft e Samsung adotarem seus espaços makers”, diz Cavallini. De acordo com levantamentos do USA Today, em parceria com a Deloitte, a prática maker adiciona cerca de US$ 30 bilhões anuais aos negócios globais.

Cleber Paradela, 99

Designer, arquiteta e pesquisadora, Rita Wu tornou-se referência nas discussões sobre cultura maker. “Em todas as áreas hoje existe uma busca por inovação, no sentido de fazer diferente da forma como tem sido feito até aqui. As empresas entenderam que não dá para continuar fazendo as coisas da mesma maneira. Isso é motivado por mudanças econômicas, ambientais, políticas e ideológicas e, principalmente pelo olhar crítico dos consumidores”, explica.

Flavia Moinhos, Google

O terceiro episódio mostra como a aplicação do conceito de prototipagem foi importante para a Nestlé. Na Páscoa deste ano, a empresa se mobilizou para ter, de fato, uma solução que saísse de uma dinâmica maker dando origem a uma parreira inteligente para expor os ovos de chocolate. José Pereira Jr, gerente do hub de inovação da Nestlé, lembra que o projeto nasceu de uma iniciativa de envolver as equipes da empresa com alunos de escolas de São Paulo de onde surgiram insights que deram origem a vários protótipos.

Alexandre Siqueira, Globosat

O projeto escolhido foi apresentado em janeiro em versão beta na Campus Party, transformando-se em um case real com modificações que ficou exposto durante a Páscoa no Extra Morumbi, em São Paulo. O exemplo, segundo Pereira Jr, enaltece a importância de, ao decidirem por aplicar os conceitos da cultura maker, as empresas estejam dispostas a testar e errar. “Quando falamos da cultura maker para uma empresa de alimentos como a Nestlé é importante colocá-la no contexto dos consumidores e entender como pode fazer sentido e ser aplicada no cotidiano das empresas”, explica Pereira Jr

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