Empresas se unem em movimento pró-emprego

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Empresas se unem em movimento pró-emprego

Saiba quais são as 41 empresas que prometem não demitir nos próximos dois meses e convocam outros empresários a fazer o mesmo na ação #NaoDemita

Roseani Rocha
8 de abril de 2020 - 12h34

Empresas pedem que demissões em massa sejam evitadas (Crédito: Gabriel Ramos/ istock)

Um grupo formado por 41 empresas, entre elas C&A, Natura, Magazine Luiza, Grupo Boticário, Alpargatas, BRF, JBS, Itaú, Santander e XP Investimentos (veja lista completa abaixo) assina um manifesto em que convocam outras empresas a participarem da iniciativa #NaoDemita.

O grupo pede que as empresas que tenham força de caixa suficiente evitem demissões em massa por conta da crise do coronavírus por dois meses – deixando a medida extrema somente para questões que envolvam “justa causa, mal desempenho, ou mesmo de turnover normal de cada empresa”.

O manifesto afirma que a responsabilidade social de uma companhia é retribuir à sociedade o que ela proporciona, começando pelas pessoas que dedicam sua vida ao sucesso de um negócio.  E a maior responsabilidade das empresas, neste momento, descrito como “tempos extraordinários que exigem medidas extraordinárias”, é manter o quadro de funcionários.

Com isso, seria evitado, ou pelo menos minimizado, um colapso econômico e social, diz o manifesto, que pede, ainda, que as indústrias continuem operando, seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde e as empresas que possam ajudem pessoas que vivem daquilo que ganhavam diariamente, como vendedores de pipoca e cachorro-quente ou prestadores de serviço, como manicures, e agora estão impossibilitados de trabalhar.

“A verdade é que precisamos todos uns dos outros e, sob circunstâncias terríveis, estamos finalmente nos dando conta disso. Se você já foi fortemente afetado pela crise ou está passando por dificuldades financeiras na sua empresa e realmente não tem caixa para evitar demissões, ainda assim, pare uns minutos e reflita. Desligar gera um custo imediato, muitas vezes maior que dois meses de salários, e há linhas de crédito e outras soluções que estão sendo criadas todos os dias para ajudar as empresas a atravessar a tempestade”, diz o documento.

As empresas em questão acreditam que a crise tem data para acabar e esta seria até o fim de maio. Veja a seguir a lista completa das companhias que idealizaram a ação.

Accenture

Alpargatas

Ânima Educação

Atmo Educação

Banco Inter

BR Distribuidora

BR Partners

Bradesco

BRF

BTG Pactual

Camil

C&A

CI&T

Cosan

Cyrela

Dasa

Grupo Boticário

Grupo Pão de Açúcar

Itaú Unibanco

J. Macêdo

JBS

Log Commercial Properties

Lojas Renner

Magazine Luiza

Microsoft

MRV Engenharia

Natura

Porto Seguro

PwC

Rede D´Or

Rodobens

Salesforce

Santander

Sapore

SEB

Stefanini

Suzano

UNIPAR

Vivo

WEG

XP Investimentos

 

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