Para 48%, marcas devem se preocupar com funcionários

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Para 48%, marcas devem se preocupar com funcionários

Pesquisa do McCann Worldgroup ainda apontou que 47% da população global acredita que o mundo mudará para sempre após a pandemia do novo coronavírus


12 de maio de 2020 - 16h16

(Crédito: Giselleflissak/iStock)

Estudo feito pelo McCann Truth Central, do McCann Worldgroup, aponta que para 48% dos brasileiros a melhor coisa que as marcas podem fazer para auxiliar durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus é se preocupar com seus colaboradores. Apesar disso, essa preocupação é ainda maior em outros países latinos e mesmo globalmente: 71% no Chile, 66% no México, 62% na Colômbia e 61% na Argentina, sendo que a média global é de 59%. O levantamento também mostra que um terço da população mundial acredita que os CEOs devem fazer sacrifícios pelos funcionários; no Reino Unido e Estados Unidos, esse porcentual chega a 54% e 48%, respectivamente.

Outro ponto ressaltado pelo estudo é que, enquanto nos resultados gerais, ou seja, em todo o mundo, a segunda iniciativa mais importante para as pessoas é que as empresas produzam respiradores ou máscaras, em países da América Latina, a prioridade para os indivíduos são as promoções e redução dos preços: Argentina (60%), Chile (60%), México (59%), Colômbia (52%) e Brasil (46%).

Realizada entre 12 de março e 1 de abril, por meio da plataforma Google Surveys 360, em 15 países do mundo, a pesquisa ainda revela que apesar de as pessoas estarem apreensivas com as consequências da pandemia na saúde, a preocupação em relação à economia tem aumentado nas últimas semanas: em março a média de entrevistados apreensivos era de 48%, já em abril este número foi para 56% em todo o mundo. Além disso, o levantamento reforça que 47% da população global acredita que o mundo mudará para sempre após a pandemia; quatro em cada dez pessoas esperam que ela traga inovações; e, para a maioria dos respondentes, governos e empresas devem trabalhar juntos para solucionar a crise da Covid-19.

“O redesenho das experiências de interação física e digital centradas nas pessoas deve ser o foco de atenção de marcas, produtos e serviços diante de uma mudança de era. O marketing tem a oportunidade de maximizar o uso dos recursos telemáticos e do gerenciamento estratégico de dados que permita a construção de pontes significativas de conexão com as pessoas”, afirmou em nota Fernando Fascioli, presidente do McCann Worldgroup para a América Latina e o Caribe.

**Crédito da imagem no topo: Sturti/iStock

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