Super Bowl amplia base de fãs e anunciantes no Brasil

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Super Bowl amplia base de fãs e anunciantes no Brasil

Número de torcedores de futebol americano quase dobra em cinco anos no Brasil, que se posiciona como segundo maior mercado internacional para a NFL


5 de fevereiro de 2021 - 13h36

Por Fernando Murad e Renato Rogenski

Estádio Raymond James Stadium, na Flórida, será palco do Super Bowl LV  (crédito: Mike Ehrmann/Getty Images)

No domingo, 7, a partida entre Kansas City Chiefs e Tampa Bay Buccaneers, primeiro time na história da NFL a disputar o Super Bowl em casa, no Raymond James Stadium, na Flórida, concentrará a atenção da audiência na TV dos Estados Unidos. Em outra proporção, o Super Bowl LV também agitará a mídia no Brasil, que é o segundo maior mercado internacional para a NFL, atrás apenas do México, segundo pesquisa do Ibope Repucom.

O número de brasileiros que se declaram fãs de futebol americano (tem interesse ou alto interesse no esporte) passou de 15,2 milhões de pessoas, em 2016, para 27 milhões, em 2020, segundo pesquisa do Ibope Repucom. O público é 55% do sexo masculino, 69% entre 18 e 39 anos e apresenta afinidade entre a parcela da população de renda alta.

A base de fãs da modalidade entre os internautas brasileiros com 18 anos ou mais, por sua vez, cresceu 35% no mesmo período, passando de 20% da população conectada para 27%, de acordo com a onda mais recente da pesquisa Sponsorlink, do Ibope Repucom, realizada em outubro de 2020. A transmissão do Super Bowl 2020 no Brasil ficou entre os 10 programas de canais pagos que mais geraram social buzz, segundo a ferramenta Kantar Social TV Ratings, da Kantar Ibope Media. Entre os conteúdos esportivos, foi vice-líder em tweets (546 mil) e primeiro em autores únicos (227 mil).

Parceria da NFL no mercado brasileiro há mais de 25 anos, a ESPN tem registrado audiência crescente a cada temporada, geralmente liderando os índices entre todos os canais da TV por assinatura durante a exibição do Super Bowl. Na entrevista a seguir, Giselle Ghinsberg, head Disney ad sales & partnerships no Brasil, fala sobre a cobertura do Super Bowl e a relação das marcas com a modalidade nas transmissões do canal.

Giselle Ghinsberg (crédito: divulgação)

Meio & Mensagem – Como será a cobertura da ESPN para o Super Bowl deste ano?
Giselle Ghinsberg – Assim como tradicionalmente acontece, a ESPN contará com uma megacobertura do Super Bowl esse ano. Ao longo da semana estamos com edições diárias do ESPN League, repercutindo a grande decisão entre o atual campeão Kansas City Chiefs e o Tampa Bay Buccaneers, que será a primeira equipe a disputar um Super Bowl em casa, contando com a histórica presença de Tom Brady pelo Buccaneers em busca de seu sétimo título em sua primeira temporada pelo Bucs. Além de toda cobertura especial para a TV, com destaque no SportsCenter, programa que é a principal marca do jornalismo da ESPN no mundo e no Brasil, contaremos com um amplo trabalho da equipe digital para gerar conversa de maneira multiplataforma, chegando aos fãs de esporte por meio de todos os pontos de contato. Foram pensadas ações com influenciadores, além de uma campanha de marketing que conta com a presença do cantor Leo Santana, reforçando o conceito do grande show esportivo e de entretenimento que é um Super Bowl e se conectando aos fãs que transcendem o esporte e assistirão o evento pela primeira vez. Conectando todas as plataformas, a música gravada pelo Leo Santana está sendo veiculada exclusivamente na Rádio Disney.

M&M – De que maneira os impactos da Covid-19 no evento podem respingar na cobertura brasileira?
Giselle – A pandemia mudou a forma de trabalho e afetou as mais diversas áreas no mundo todo e, no esporte, não foi diferente. Tivemos que alterar os planos para a cobertura do Super Bowl, tradicionalmente realizado com equipe in loco há mais de uma década pela ESPN. Buscando preservar nossos profissionais ao máximo, além de todas as restrições de uma viagem internacional, optamos por realizar a transmissão de maneira remota, como ocorreu de maneira bem-sucedida ao longo de toda a temporada. Fernando Nardini e Paulo Antunes farão a transmissão e estamos bastante confiantes em mais um ano de grande sucesso na exibição exclusiva do Super Bowl para o Brasil.

M&M – Como está o movimento com os patrocinadores?
Giselle – Todas as cotas comerciais para a NFL foram preenchidas em mais uma temporada. Esse ano contamos com a parceria de Budweiser, C6 Bank, Claro, Ipiranga, Magazine Luiza, Mitsubishi e Samsung, além do Top 5 com Movida. Como de costume, abrimos oportunidade pontuais específicas para o Super Bowl, com entregas na TV e no digital, além de envolvimento de nossa equipe de profissionais do jornalismo, sempre buscando formas inovadoras para aproximar as marcas que confiam na credibilidade da marca ESPN na hora de se conectar aos fãs de esporte.

 

Crédito da imagem do topo: divulgação

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