Os aprendizados que viram decisão de negócio
O festival consolida a creator economy como um modelo de negócio, e não mais apenas como mídia
Cannes Lions chega ao último dia e reforça a creator economy como estratégia de negócio. Dos paineis de mídia e tecnologia aos debates sobre varejo, saúde e bem-estar, os creators aparecem como narrativa central e como ativo fundamental, assim como outras disciplinas. Reuni abaixo principais aprendizados desta edição.
1. O creator virou decisão de negócio
A influência passa a ocupar um lugar permanente na estratégia das marcas. Em Cannes, o foco esteve em parcerias de longo prazo e modelos de remuneração por resultado, e não apenas por alcance.
2. O novo KPI é a confiança
O mercado passou a valorizar quem constroi recorrência, confiança e uma audiência que volta, isso se sustenta no crescimento a longo prazo.
3. Quanto mais a tecnologia avança, mais o fator humano se valoriza
A inteligência artifical esteve presente em muitos paineis, e reforçou como o diferencial a autenticidade e a capacidade de criar conexões reais.
4. A força está no ‘creator middle class’
Os criadores de nicho geram maior conexão e melhor retorno. No Brasil, esse movimento já é realidade e ganha a força das comunidades altamente engajadas.
5. O creator virou empresa
Para além apenas da publicidade, eles passam a construir negócios próprios, com marcas, produtos e novas fontes de receita, e deixam de ser apenas um parceiro de comunicação para se tornar ativo estratégico.
Se existiu um consenso em Cannes, foi de que a creator economy não é mais um capítulo do marketing, ela traz uma nova forma de construir negócios, com crescimento, confiança e construção de valor. E isso muda completamente a forma como as marcas devem tomar decisões daqui para frente.