Saúde e alimentos ganham protagonismo no e-commerce

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Saúde e alimentos ganham protagonismo no e-commerce

Unidade de publicidade do Mercado Livre mapeou os hábitos de consumo on-line desde o início da pandemia que indicam as categorias fortalecidas

Luiz Gustavo Pacete
12 de maio de 2020 - 14h00

 

Itens de alimentos e bebidas seguem em alta na preferência do e-commerce (Crédito: Reprodução)

Mais de 300%, essa foi a alta no interesse das categorias de saúde identificada pela unidade de publicidade do Mercado Livre. O segmento lidera a preferência dos consumidores do on-line. A empresa mapeou os hábitos de consumo on-line na plataforma desde o início da pandemia no estudo “E-commerce: evolução nos hábitos do consumidor. Em tempos de Covid-19”. Em segundo lugar vem a categoria de consumo de alimentos que teve alta de 164% na demanda. Casa, móveis e jardim vem em terceiro lugar, com 84%, seguido por entretenimento e filmes, 61% e computação, 55%.

O levantamento identifica que as principais pesquisas estão relacionadas a categorias diretamente associadas à permanência dos consumidores em casa. Além disso, os compradores do e-commerce também aumentaram a frequência de compras no período iniciado em 15 de março a 3 de maio. Com mais atividades ocorrendo dentro de casa, o e-commerce reflete o aumento de interesse por itens relacionados a essa realidade. No caso do Mercado Livre, houve um acréscimo de 5 milhões de novos compradores desde o início do isolamento social no Brasil.

De acordo com Felipe Paranaguá, diretor de publicidade do Mercado Livre, entre os indicadores mais significativos do estudo, está o fato de que a pandemia trouxe o consumidor definitivamente para o mundo on-line. “Nas primeiras semanas da pandemia, os consumidores aderiram ao e-commerce por conta das preocupações relacionadas aos itens de saúde e, com o passar do tempo, o ato de comprar pela internet foi apresentando novos contornos”, diz Paranaguá.

Nas semanas seguintes pós o início do isolamento, explica Paranaguá, foram observados consumidores em etapa de abastecimento, comprando produtos de bens de consumo e alimentos e, em seguida, o crescimento do consumo de produtos para casa dado ao novo cenário de distanciamento social. “O comportamento de compra também sofreu mudanças significativas. Além da intensificação na frequência de compra, que é realidade em todos os grupos (esporádicos, frequentes e leais), identificamos que 2 de cada 3 compradores leais voltaram a comprar no período.”

“A Covid-19 acelerou definitivamente o processo de transformação digital, que esperávamos acontecer apenas nos próximos cinco anos. A velocidade e a qualidade deste movimento nos faz crer que e-commerce deve seguir em crescendo, mesmo com a superação da pandemia. Acreditamos ainda que a partir da pandemia, as marcas também compreenderão a importância de estarem onde o consumidor está. Muitas empresas que, até então, não estavam no universo digital, estão se adaptando a essa nova realidade. Um bom exemplo, é a categoria de Bens de Consumo e Alimentos.”

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