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A retomada com consciência do setor de eventos

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Opinião

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A retomada com consciência do setor de eventos

Empresas da área devem, em primeiro lugar, abraçar a vacinação e colaborar com campanhas para mobilizar a população nesse sentido


22 de outubro de 2021 - 6h00

O número de vacinados com a primeira dose no Brasil já superou o dos Estados Unidos. E a porcentagem de imunizados com a segunda dose – ou dose única – também vai ultrapassar não só os números norte-americanos mas também o de grande parte do mundo.

Isso quer dizer que a pandemia acabou por aqui? Não, pelo contrário. Ainda temos um número significativo de mortes diárias e também de casos – apesar de os números indicarem uma tendência sustentada de queda, o que nos deixa otimistas com o futuro que se aproxima.

É hora de falar sobre a retomada dos eventos? Sim.

Em todo o mundo em que a vacinação avançou, os casos caíram e a taxa de infecção despencou, uma das primeiras medidas adotadas foi derrubar as restrições em relação a serviços e eventos, já que grande parte da economia do mundo se baseia nesses pilares.

E mais do que isso, o setor de eventos foi um dos mais afetados financeiramente pois foi o primeiro a fechar e será o último a reabrir. E para reabrir com segurança – para as pessoas que trabalham nesse segmento e público em geral – é preciso cuidado e, antes de tudo, preparação e organização.

E é por isso que é preciso falar sobre a retomada de eventos já. Às vésperas das grandes festas do verão brasileiro – como Réveillon e Carnaval – é preciso de um certo tempo para colocar as coisas de pé e garantir que tudo seja feito com a segurança e com os cuidados que o momento prescinde.

Por isso, é mais do que importante discutir sobre a retomada consciente. É um assunto necessário. Tudo para garantir que o ecossistema que gira em torno dos eventos não sofra ainda mais e que a gente consiga, ao menos, traçar planos para um futuro próximo.

E quais seriam os primeiros passos para uma retomada consciente e segura?

Em todo o mundo em que a vacinação avançou, os casos caíram e a taxa de infecção despencou, uma das primeiras medidas adotadas foi derrubar as restrições em relação a serviços e eventos, já que grande parte da economia do mundo se baseia nesses pilares (Créditos: Miguel Henrique/Unsplash)

Primeiro de tudo, é preciso que as empresas do segmento abracem a vacinação. Criar campanhas em conjunto e estimular que todo mundo tome as suas doses necessárias é essencial para que a retomada seja o mais breve possível e perfeitamente segura.

O passaporte sanitário pode ser controverso para alguns poucos, mas é um dos únicos caminhos para que as coisas voltem próximo ao normal. A obrigação de estar vacinado para frequentar ambientes coletivos é importante, pois a vacinação não é um pacto individual. Ela é um pacto coletivo. Quanto mais pessoas vacinadas a gente tiver, menos possibilidades de se transmitir e se infectar teremos.

Outro aspecto importante é entender que, por enquanto, não podemos pensar que estamos voltando para “o normal” pré-pandemia. Apesar do clichê, o momento é de um “novo normal”. Assim, algumas adaptações no primeiro momento da retomada vão precisar ser feitas. E essas adaptações precisam ser definidas pelo poder público, que tem como obrigação orientar e fazer cumprir os novos protocolos.

Estamos todos ansiosos para nos reencontrar, para curtir momentos inesquecíveis, ao som do nosso cantor favorito, dançando na pista como se não houvesse amanhã. Mas é preciso prudência, conscientização e sobretudo organização. E é só falando sobre isso desde já que vamos conseguir seguir em frente.

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