Sua marca está preparada para a Black Friday 2022?

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Opinião

Sua marca está preparada para a Black Friday 2022?

A data é uma ótima oportunidade para elevar vendas e dar um upgrade nos negócios. Um crescimento ocorrido, principalmente, no e-commerce, que criou força durante a pandemia.

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28 de setembro de 2022 - 9h56

A Black Friday 2021 será a Black Friday do Recomeço

O que começou como uma sexta-feira muito movimentada na Filadélfia de 1960, se tornou uma das maiores datas do comércio no mundo: a Black Friday. No Brasil, em 2021, as vendas totalizaram R$ 4,2 bilhões, 5% a mais do que no ano anterior. Ou seja, a data é uma ótima oportunidade para elevar vendas e dar um upgrade nos negócios. Um crescimento ocorrido, principalmente, no e-commerce, que criou força durante a pandemia.

Segundo dados da NielsenQ/Ebite, em 2021 o ticket médio da Black Friday obteve uma variação positiva, passando de R$ 592,85 em 2020 para R$ 753 em 2021. O pagamento em 10 vezes também cresceu, ficando 2,4% maior que no ano anterior, ou seja, é uma data que vale a pena investir.

Quando falamos sobre mídia paga e mídia orgânica, é comum que durante datas comemorativas a compra de mídia fique mais cara, devido à procura de posicionamento no Google. O ideal é investir em posicionamento de marca orgânico no Google, utilizando uma forte estratégia de SEO. Assim, seu site e suas páginas de produtos podem chegar à primeira página. Trabalhe bem as palavras-chave e produza conteúdo de alto valor para o cliente final.

Analisar os dados das Black Fridays anteriores pode ajudar todas as marcas – grandes ou pequenas a aproveitarem ao máximo em 2022. A data exige que as empresas pensem no futuro, encontrem o canal certo e executem seu plano a tempo.

Redes sociais

As marcas precisam estar presentes nas redes sociais. Em 2021 o uso dessas plataformas durante a Black Friday foi de 375,28%. Imagens em formato estático não são mais tão atrativas para o público depois do TikTok e os formatos de vídeos curtos têm feito mais sucesso entre os usuários.

Existem alguns recursos para gerar expectativa e engajamento, tais como “Close Friends” no Instagram, Live Commerce, Trends do TikTok, e remarketing. Lembre-se que conquistar novos clientes pode ser de 5 a 7 vezes mais caro do que gerar recompra. Também é preciso considerar que os dispositivos móveis foram os meios mais utilizados (61,1%) para acessar sites e aplicativos de lojas.

Um dado interessante: ainda que focada em produtos, a Black Friday se mostrou uma boa opção para outros setores. Por exemplo, o delivery de alimentos e bebidas teve um aumento de 13,3% em comparação à média das 4 sextas-feiras anteriores à data. Os cursos educacionais, principalmente de idiomas (21%) e capacitação profissional (23%), também tiveram maior intenção de compra, ficando atrás apenas dos serviços de streaming (27%). Em 2022 a previsão é que o setor continue crescendo – 51% dos jovens buscaram cursos de idiomas durante a última Black Friday, segundo dados FacE-Book IQ – META.

Comportamento de consumo

Dados Mind Miners mostraram que, dos 52% dos participantes que optaram por comprar na Black Friday em 2021, 29% realizou a compra principalmente pela internet, enquanto 10% compraram pela loja física, e 12% aproveitaram os benefícios de ambos os espaços. Por isso também que é tão importante criar estratégias de marketing omnichannel.

Meu último conselho é este: se você é uma marca, pense no que você tem a oferecer para esse período. Vale a pena gritar? O investimento em marketing mais amplo para a Black Friday posicionaria sua marca como líder em seu espaço? Se sim, planeje-se (e boa sorte).

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