O que levou a AliExpress a abrir uma loja no Brasil

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O que levou a AliExpress a abrir uma loja no Brasil

Plataforma chinesa chega ao País por meio de uma parceria com a processadora de pagamentos Ebanx e com uma unidade conceito em Curitiba

Luiz Gustavo Pacete
10 de setembro de 2019 - 6h00

 

Principal objetivo da loja é conectar experiência com usabilidade (Crédito: Divulgação EBANX)

Desde o início do mês de setembro, está em funcionamento no Shopping Mueller, em Curitiba, uma loja de experiências da AliExpress, plataforma de varejo online do Grupo Alibaba. O espaço é fruto de uma parceria com a processadora de pagamentos EBANX, cuja sede está em Curitiba.

A loja se propõe a ser um espaço conceito com áreas virtuais e experiências digitais de compra e navegação. De acordo com Kang Huang, líder regional da AliExpress no Brasil, a plataforma tem no Brasil um mercado relevante e ativo que justifica o investimento em uma loja física, ainda que temporária.

Produtos de tecnologia chinesa estão alcançando uma popularidade crescente no Brasil e na América Latina. Em 2018, o Ebanx processou cerca de 35 milhões de compras em sites chineses parceiros, a maioria delas no Brasil. Em 2013, esse número foi de apenas 1 milhão.

André Boaventura, sócio e diretor de marketing do Ebanx, afirma que a concorrência entre vendedores chineses também cresceu nos últimos anos. “Hoje, o Ebanx atende cerca de 150 empresas da China, que vendem a países da América Latina. Somente em 2018, o número de merchants chineses quase dobrou em relação a 2017”, diz ele.

Sobre a motivação de realizar essa parceria no Brasil, Boaventura explica que o Ebanx processa pagamentos da AliExpress no Brasil há sete anos fazendo com que a plataforma seja um de seus principais parceiros.

“A loja de experiência da AliExpress no Shopping Mueller é uma ação piloto, de 30 dias, que quer dar oportunidade ao consumidor de experimentar, em vitrines físicas e virtuais, alguns dos produtos vendidos no site da AliExpress. Queremos mostrar ao brasileiro que produtos chineses têm qualidade, são competitivos e estão entre os melhores da categoria”, destaca.

Questionado sobre o chamado comércio digital cross-border, que define grande parte do negócio da AliExpress, Boaventura ressalta que esse tipo de transação entre países é crescente. “Em sete anos de empresa, expandimos nossa atuação para oito países da América Latina, e processamos, no ano passado, US$ 1,5 bilhão em vendas. No Brasil, o papel de fintechs foi fundamental para alavancar o comércio cross-border, por meio de opções de pagamento local”, explica.

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