Ativação da WSL leva surfe para centro de São Paulo

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Ativação da WSL leva surfe para centro de São Paulo

WSL Zone terá aulas de ginástica funcional e yoga, campeonato de game, experiências de realidade aumentada e virtual e transmissão da etapa final da Liga Mundial de Surfe

Fernando Murad
10 de dezembro de 2019 - 6h00

Ítalo Ferreira, líder do ranking mundial, levanta troféu da etapa Oi Rio Pro, em Saquarema (crédito: divulgação/WSL/Damien Poullenot)

O Brasil possui 54 milhões de pessoas com mais de 18 anos que têm interesse no life style do surfe e 25 milhões de fãs do esporte, de acordo com dados de uma pesquisa do Ibope Repucom de junho deste ano. Já em termos de praticantes do esporte, a estimativa é de três milhões, dos quais 70% são homens e 30%, mulheres. Segundo estimativa da World Surf League (WSL), aproximadamente 150 mil praticantes são da capital paulista.

Para se aproximar deste público, a World Surf League (WSL) realiza no próximo final de semana, nos dias 14 e 15, a WSL Zone, na Red Bull Station, localizada no centro histórico da capital paulista. Com patrocínio de Havaianas e Oi, além do apoio da própria Red Bull, a ativação terá em sua programação aulas de ginástica funcional e yoga, minicampeonato do game oficial da WSL, experiências de realidade aumentada e virtual, a exposição do troféu da liga, de objetos históricos e de produtos de pequenos lojistas, a exibição de filmes, shows e apresentações.

Além disso, a fachada de um edifício ao lado da Red Bull Station será utilizada como tela para projetar imagens da etapa final do campeonato. Também haverá uma pop up store com artigos de surfe. A produção do evento é das agências V3A e 213 Sports. As empresas foram responsáveis, em junho, por outra ativação, na ocasião em Saquarema, durante a etapa Oi Rio Pro, do Championship Tour. A WSL House incluiu exposições, oficinas, experiências de interatividade e atividades ao ar livre.

A primeira edição da WSL Zone será para convidados, como atletas e patrocinadores, mas fãs da liga selecionados pela relação e engajamento com a WSL também participarão. “À medida que vendemos ingressos, não podemos errar. Preferimos ter um ambiente com total controle para o público conhecer o projeto na América Latina e mostrarmos como o surfe está crescendo. Eventualmente, abriremos para o público nas próximas edições”, explica Ivan Martinho, que desde julho é CEO Latam da WSL.

Filipe Toledo e Gabriel Medina (crédito: divulgação/WSL)

O Brasil vive um momento de alta na modalidade. Ítalo Ferreira, primeiro do ranking, Gabriel Medina, vice-líder, e Filipe Toledo, quarto colocado, têm chances de conquistar o título mundial na última etapa do circuito, o Billabong Pipe Masters, que acontece no Havaí até o dia 20. Além disso, Lucas Vicente conquistou o título mundial Pró Junior neste ano, e Tatiana Weston-Webb e Silvana Lima já confirmaram a classificação para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020, quando a modalidade estreia na programação.

Crédito da imagem do alto: divulgação/WSL/Thiago Diz

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