Varejistas miram beneficiários do auxílio emergencial

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Varejistas miram beneficiários do auxílio emergencial

Magalu e Via Varejo criam plataforma de integração entre e-commerce e contas onde clientes receberão o benefício

Salvador Strano
23 de abril de 2020 - 6h00

Crédito: reprodução

As grandes varejistas brasileiras criaram opções para que consumidores que recebam o auxílio emergencial distribuído pelo Governo Federal possam usar a verba em suas respectivas plataformas. A ajuda de R$ 600 durante três meses — e que pode chegar a R$ 1.200,00, por mês, no caso de mães chefes de família — representa uma possível receita adicional ao e-commerce dessas operações. Segundo estudos do governo, o número de beneficiários do auxílio pode alcançar 80 milhões de consumidores.

Tendo em vista essa massa de clientes, as varejistas criaram ferramentas para tornar a jornada de compra desse grupo mais fluida.

No caso da Via Varejo, a Casas Bahia desenvolveu uma plataforma para aceitar o Auxílio Emergencial por meio de um cartão de débito virtual, emitido pela Caixa Econômica Federal. A plataforma já está disponível e funcionando nos sites da Casas Bahia e do Extra.com. Neles, a empresa fez curadoria de uma série de produtos essenciais para os beneficiários.

Já o Magalu, por sua vez, também realizou uma API para a conexão direta do cartão virtual da Caixa ao seu e-commerce.  Dessa forma, o cliente pode comprar dentro dos canais digitais da empresa sem a necessidade de um cartão de crédito.

A função de compra dentro da plataforma, entretanto, foi ampliada para todos os correntistas da Caixa, e não apenas aos beneficiários do auxílio.

A movimentação vem em um momento de expansão do marketplace do Magazine Luiza. Essa é uma das principais estratégias da varejista para ampliação da sua atuação no Brasil. Nos EUA, a opção por um vasto portfólio e amplas frentes de logística que renderam a posição de destaque da Amazon.

Desde o início da pandemia de covid-19, o Magalu tem aumentado sua oferta de itens de mercado chegando a mais de 60 mil produtos na categoria. A campanha para divulgar essa iniciativa é batizada de #TemNoMagalu.

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