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Women to Watch

Colunista do WTW é eleita uma das 50 mulheres de impacto na América Latina

Além de Alessandra Blanco, lista da Bloomberg Línea inclui executivas brasileiras e celebridades como a jogadora Marta e Bruna Marquezine


26 de abril de 2022 - 10h10

Alessandra Blanco é country manager do Yahoo Brasil e colunista do Women to Watch (Crédito: Divulgação)

A Bloomberg Línea, marca multiplataforma de notícias de negócios na América Latina e no Caribe, divulgou, na segunda-feira (25), a lista das 50 Mulheres de Impacto na região em 2022. Entre as 15 brasileiras escolhidas, está Alessandra Blanco, colunista do Woman to Watch. 

Recém-nomeada country manager do Yahoo Brasil, Alessandra Blanco é também head de mídia para Brasil, América Latina e Canadá na empresa. Jornalista por formação, tem 25 anos de experiência em liderança e gestão de times. Já passou por veículos como Folha de S. Paulo, Editora Abril e iG, onde iniciou sua trajetória em mídia digital, e foi diretora de conteúdo da agência CUBOCC, na qual trabalhou com as marcas Unilever, Coca-Cola, Spotify e Netflix, entre outras. No Woman To Watch, ela escreve sobre liderança e diversidade (confira aqui sua última coluna). 

A lista traz, ainda, as executivas brasileiras Cristina Betts, do Iguatemi, Bedy Yang, da 500 Global, e Fernanda Ribeiro, da Conta Black, além da jogadora de futebol Marta, da atriz Bruna Marquezine e da influenciadora Gessica Kayane, a Gkay, entre outras. 

A escolha dos nomes foi feita por jornalistas da Bloomberg Línea, que destacou 50 personalidades de 14 países da América Latina e Caribe: Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, México, Costa Rica, Guatemala. El Salvador, Panamá, República Dominicana, Equador, Chile, Venezuela e Peru.

De acordo com a publicação, a lista não é um ranking, “mas uma vitrine das mulheres que mudam as regras do jogo na região”. Os pontos avaliados pela equipe editorial foram principalmente liderança, impacto financeiro e influência social. 

“As personalidades listadas produziram riquezas, criaram empregos, fomentaram a inovação e, acima de tudo, mostraram que a liderança feminina pode ser uma resposta a muitos desafios da América Latina”, escreve a equipe responsável pela seleção. 

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